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zuflix     

 

O percurso de zuflix

   

O percurso de zuflix é muito recente, apesar do criador dizer que: «No momento que exigi que zuflix  tocasse pela primeira vez, já eu emergia na composição à muitos anos antes; não a composição habitual mas a composição da sonoridade interior, daquela que rima o espírito, o sopro; o sangue. Na verdade, quando se atinge um nível de coincidências com o ritmo interior, estamos prontos para tocar música; a música do entendimento»

  O criador diz que o percurso de zukairos e de nunufilix foram impulsionadores para o advento de zuflix:

  «A escrita de zukairos e a pintura de nunufilix, juntamente com todo o trabalho analítico e estético adjacente, teve o objectivo de encontrar esse ritmo interior e de se ligar a ele. A leitura e a releitura dos textos, alguns deles com profundas revisões, é essencial para chegar à fluidez da sonoridade interior. É deveras importante para ter a verdadeira imagem das palavras – o quadro do entendimento.

  Na verdade, foi assim que cheguei à pintura e posteriormente à música:

  Depois de alcançar a sonoridade interior com a escrita, posteriormente alcancei o espaço onde ela se podesse esboçar, pintar. E quando temos o som e o espaço, facilmente alcançamos algo que os liga: A música.» 

 

 

Os músicos

 

O advento da música de improvisação de zuflix teve como grande referência e inspiração os músicos Guilherme Luz, Rodrigo Leão, Emanuel Nunes e Bomtempo.

  «A música cósmica de improvisação de Guilherme Luz leva a viagens interiores de uma forma solene, exigindo uma preparação prévia. A música de Rodrigo Leão acompanhada por vozes muito bem seleccionadas suscita sentimentos sublimes. Emanuel Nunes, esvazia o linear para o caustico. Presta-se a reluzir o entorpecimento, a lacuna e a falha de forma profunda e chocante.  Bomtempo é outro músico clássico português pouco conhecido, pouco elevado e que se coloca perfeitamente ao lado dos grandes clássicos.

 Depois existe o fado que leva mais fundo e mais alto alma portuguesa, em que não coloco nomes porque são muitos e bons; bem como na música ligeira portuguesa e estrangeira.»